Peter Greenaway, outras intervenções Abril 21, 2008
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“31 September 1983″ - http://www.youtube.com/watch?v=sow3rx1bOUU
O realizador afirma que a morte do cinema ocorreu quando foi introduzido o comando de TV, dando origem ao Zapping. Aponta a data de 31 Setembro de 1983, como o óbito do cinema.
“Cinema is dead” - http://www.youtube.com/watch?v=vGUTU2WSR2Y
Greenaway defende que o cinema, como o assistimos tradicionalmente, é uma forma de arte morta e sem novidade.
“Notions of new media” - http://www.youtube.com/watch?v=0gj_l_QP48o
Desenvolve uma opinião sobre os novos media, tocando aspectos da sua contextualização histórica.
“Only watching a film” - http://www.youtube.com/watch?v=x5bCqvRz_YE
Aborda a sua visão do cinema e do que pretende atingir com o seu trabalho.
“105 years of celluloid film” - http://www.youtube.com/watch?v=_PIfyFlVwLk
Afirma que 105 anos de celulóide, criaram um cinema narrativo, aborrecido e demasiadamente analítico.
“105 years of illustrated text” - http://www.youtube.com/watch?v=8FKVwpHF0RA
Continuação da abordagem anterior ao celulóide, desenvolvendo que o cinema tem sido na prática “texto ilustrado” onde o realizador apenas “segue o texto”.
“Stone & Stallone” - http://www.youtube.com/watch?v=V4-Z58ign-o
Critica ao “culto da personalidade” que o cinema comercial de massas faz aos actores, sobrevalorizando-os em relação ao filme em si.
“Bill Viola is worth ten Scorseses” - http://www.youtube.com/watch?v=rx-oybwrBFY
“Martin Scorsese” - http://www.youtube.com/watch?v=pSzsy1NxEVo
“Cinema of Ideas” - http://www.youtube.com/watch?v=MZDZXJe-9eQ
Fala sobre a linguagem cinematográfica que é utilizada nos seus filmes, da forma mais abrangente possível, para comunicar com o público.
“Notion of the frame” - http://www.youtube.com/watch?v=IdYxuIeXCAQ
Aborda a noção do frame, problematizando sobre a questão e comparando-a com várias culturas.
Peter Greenaway, sobre o cinema Abril 21, 2008
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História dos transportes colectivos II Abril 17, 2008
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O Autocarro e o Troleicarro
“As camionetas, carroçadas de forma a permitir o transporte de passageiros entraram em concorrência aberta com os carros eléctricos. Pela concessão do exclusivo dos transportes públicos, dada à Companhia Carris de Ferro do Porto (CCFP) não era permitido o transporte de passageiros por outros meios que não fossem os da CCFP, mas com a conivência da Câmara, as camionetas começaram a operar na cidade, principalmente nas horas de maior afluência de público, o que provocou enormes prejuízos à CCFP.
Mesmo com a razão do seu lado, a CCFP nunca mais se viu livre delas aumentando cada vez mais nas ruas da cidade, como se pode depreender do parágrafo seguinte retirado do relatório e contas da CCFP:
“(… ) continua a concorrência de carreiras de camionetas dentro e nos arredores da cidade, tirando passageiros e impedindo o movimento dos eléctricos, nas horas de maior afluência (… )” ln Relatório e Contas da CCFP, 1933.
Em 1933, a Administração da CCFP, fazendo uma análise ao actual sistema de transportes públicos da cidade reconhecia que ” o 1º «Estabelecimento» (Carros, Central, Sub-estações e linhas) tinha sido completamente derrotado ( ) sendo necessária a sua substituição na sua totalidade.
O número de passageiros aumenta também significativamente, e era impossível dar resposta às inúmeras exigências dos passageiros ficando frequentemente os carros eléctricos em “rosário” (termo utilizado na época para uma boa quantidade de carros parados em fila), como consequência ora do impedimento das vias, ora dos frequentes cortes de energia.
Surgia no Comércio do Porto de 1 de Janeiro de 1939, um artigo intitulado “Os Futuros Transportes Urbanos do Porto” onde era apontada como solução transitória um sistema misto, carros eléctricos e auto-omníbus, e um prazo de 25 anos para que fosse abolida por completo a tracção eléctrica sobre carris, com sacrifício para a concessionária mas com beneficio para o público e trânsito - pois entendia-se que por este meio os “engarrafamentos” nas ruas acabariam.
Os anos 40 trouxeram alterações profundas aos transportes públicos do Porto. Em 1936, a CMP avisa a CCFP, com base no artigo trigésimo primeiro da escritura da concessão para a exploração da viação eléctrica na cidade do Porto, que o contrato seria rescindido em 1941.
Esta pretensão da CMP só não se concretizou em 1941 porque deflagrou na altura a tão famigerada 2º Guerra Mundial, o que levou a Câmara e o Governo a adiar por mais 5 anos a situação. Chegado o ano de 1946 inicia-se uma nova era nos transportes públicos. A CCFP, depois de 73 anos de laboração dá lugar ao STCP (Serviço de Transportes Colectivos do Porto), liderado pela Câmara Municipal do Porto. Era chegada a hora da CMP intervir directamente na vida dos transportes públicos da cidade, e foi isso que fez, elaborando um plano/programa em que eram estabelecidas prioridades para os próximos anos. Uma das prioridades era a aquisição de autobuses, para a qual estava reservada uma despesa extraordinária de 3 850 contos e mais 1 300 contos para a aquisição de terreno para a construção da l ª fase da garagem e oficinas dos mesmos.
Foram ainda nesse mesmo ano, 1946, estudadas e estabelecidas as bases de aquisição de 15 autobuses, cuja adjudicação acabou por fazer-se a uma firma da capital - Auto-Triunfo - devendo as primeiras unidades ser entregues em Julho de 1947.A estratégia traçada pelo STCP em 1946, no que diz respeito à aquisição de autocarros, seria colocada em prática no decorrer de 1948. De facto, nem tudo correra como fora planeado, pois dos 15 autocarros que se pretendiam adquirir em 1946 apenas dois estavam disponíveis em Março de 1948, pelo que a Administração não querendo perder mais tempo, nem prejudicar o público, inaugurou a 1 de Abril desse mesmo ano, a carreira «C», que partia da Avenida dos Aliados e tinha o seu terminus no Carvalhido.
Percurso da l ª Carreira de Autocarros:
Avenida dos Aliados, Praça da Trindade, R. da Trindade, R. de Camões, R. João das Regras,R. Fonseca Cardoso, R. Faria Guimarães, Cruzamento da R. João Pedro Ribeiro (ZONA), R.Faria Guimarães, R. S. Dinis, R. da Natária, Carvalhido.
Os primeiros autocarros que circularam na cidade do Porto eram da marca da marca “Daimler”, e foram carroçados na firma DALFA, Lda. que laborava em Ovar. Os chassis eram provenientes de Inglaterra, e custaram ao STCP, já carroçados, cerca de 1 000 contos cada um. Os autocarros iniciaram a circulação pintados de amarelo, tendo posteriormente, em 1959, mudado para verde.A evolução em termos de carreiras de autocarros fez-se sentir ainda durante 1948, pois à medida que o material encomendado (autocarros) ia chegando iam sendo inauguradas novas carreirras, existindo no final do ano 4 carreiras em exploração com uma extensão de rede de 26 quilómetros. Com 10 autocarros em circulação, atingiu-se uma média diária de 5000 passageiros transportados.
Carreiras de autocarros inauguradas em 1948:
C - Carvalhido - 1 de Abril
D - Antas - 1 de Junho
A - Foz - 24 de Junho
E - Paranhos - 23 de Outubro
Os autocarros chegaram e venceram. Mesmo com a construção nas oficinas do STCP de um novo modelo de eléctrico o - “S-500″ - o autocarro via aumentada, de ano para ano, a sua frota. Com o Plano de Remodelação da. empresa, elaborado desde 1962 e colocado em marcha a partir de 1967, o autocarro assume-se definitivamente como protagonista dos transportes públicos da cidade. A partir daí, o autocarro nunca mais deixou de se expandir, sendo ainda actualmente o meio de transporte mais utilizado, para a satisfação das necessidades das populações da área metropolitana do Porto.”
fonte: http://www.stcp.pt/pt/stcp/historia.htm
História dos transportes colectivos Abril 17, 2008
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“Embora tenham passado 40 anos entre o aparecimento da primeira linha de carros americanos, entre New York e Haarlem, e a utilização em Portugal deste tipo de veículos (1832-1872), coube à cidade do Porto dar, no nosso país, o início à sua exploração.
Em 1878 surgiu nesta cidade uma linha utilizando tracção a vapor e, em 1895, a primeira linha da Península Ibérica explorada com carros eléctricos. Estes tinham feito a sua aparição 16 anos antes, embora em termos experimentais, em Berlim.
Até 1904 coexistiam os três modos de transporte dado que, nesta data, desaparecem os carros americanos. Só 10 anos mais tarde (1914) deixa de ser utilizada a tracção a vapor e, durante 34 anos, as populações do Porto e dos concelhos limítrofes são transportadas apenas em carros eléctricos.
É, portanto, em 1948 que os autocarros começam a prestar serviço nesta cidade, e é em 1959 que se junta um terceiro modo aos dois já existentes - o troleicarro - até 1997.”
fonte: http://www.stcp.pt/pt/stcp/historia.htm
Interactividade - autor ou observador? Abril 16, 2008
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A crescente aproximação entre Homem e Máquina, ao nível que atingiu, podia ser imaginada no passado, pelos autores de ficção cientifica (ver referencia/post anterior a Huxley). As “práticas interactivas” alteraram as tradicionais distinções entre indivíduo e objecto, entre autor e observador. Podemos reconhecer uma base de discussão sobre o posicionamento do observador - se como “neutral” ou agente activo, que interfere no desenvolvimento em progresso.
referência: The new role of the observer in new media art, CRUZ, Emanuel (Dissertação de Mestrado, Julho 2002).
cinema perceptível Abril 15, 2008
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Cinema perceptível: “Admirável mundo novo”, HUXLEY, Aldous
Em “Admirável mundo novo”, Aldous Huxley desenvolve uma visão sobre uma sociedade do futuro, onde a tecnologia e o Homem enfrentam os abismos de uma sociedade em choque. Um dos aspectos que é referido na obra, é o cinema. O cinema deste ”Admirável mundo novo” é um cinema onde a tecnologia permite ao espectador obter sensações físicas, estimulando todos os seus sentidos. É uma tecnologia que direcciona a imagem em movimento para um campo de jogo dos sentidos e criando sensações de imersão. Neste trabalho de ficção, publicado em 1932, Huxley aborda uma sociedade em que os Seres-Humanos são controlados. A ausência de emoções dessa sociedade, era pois compensada com estímulos artificiais.
É curioso ver então, que se este “Admirável mundo novo” se concretizasse, o cinema, o video, tenderão não para a interactividade plena, nem para uma maior participação do espectador nos destinos da estória. Numa sociedade cada vez mais desprovida de sentimentos, as pessoas tem cada vez mais a necessidade de estímulos externos. O caminho seria compensar as carências emocionais das pessoas e não necessariamente exigir a sua participação. Estar sentado, passivo e ter estímulos, tal como as drogas e efeitos inebriantes, caracterizando uma sociedade alienada.
Aluguer de Autocarro Abril 15, 2008
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| As viaturas urbanas de diversos modelos têm cerca de 35 lugares sentados para uma lotação de aproximadamente 90 lugares.
Contactos: |
fonte: http://www.stcp.pt/pt/alugueres/default.htm#2
BUS Abril 15, 2008
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Vídeo instalação
BUS é uma vídeo instalação que transporta para um espaço especifico a imagem do interior de um autocarro, em que uma estória se desenvolve pela interacção com o público.
BUS explora a técnica do vídeo interactivo como meio para contar uma estória de personagens, que se encontram a cada paragem do autocarro.
O motor da estória é desencadeado pelo público, que utilizando um botão de STOP no espaço físico, interage com o vídeo, desenrolando a acção entre os personagens que se vão dando a conhecer a cada nova paragem.
O botão de STOP está ligado a um sensor de pressão, que faz uma paragem do autocarro. Em cada pagarem, saem passageiros e novos entram, gerando evoluções no desenrolar da estória.
O público é sempre o primeiro e último passageiro desta estória de autocarro.